
O comandante-geral da Polícia Militar da Paraíba, coronel José Ronildo, afirmou neste domingo (4) que o grupo suspeito de invadir a residência do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Adriano Galdino (Republicanos), já era monitorado pelas forças de segurança antes das prisões.
A invasão ocorreu em 25 de setembro, em Pocinhos, enquanto o deputado e familiares estavam no imóvel. Segundo o comandante, os policiais acompanhavam informações sobre a atuação do grupo na região de Campina Grande e passaram a seguir o veículo utilizado pelos suspeitos.
A perseguição terminou depois que o carro capotou. Os ocupantes fugiram para uma área de mata, onde as equipes montaram um cerco com apoio de agentes em terra, drones e do helicóptero Acauã.
“Era questão de tempo a prisão deles. E graças a Deus, nessa ação mais forte da Polícia Militar, da Polícia Civil, nós logramos êxito e aí esclarecemos completamente o crime que aconteceu”, declarou Ronildo.
O comandante relatou que a abordagem de um dos suspeitos ajudou os investigadores a identificar os demais integrantes do grupo. De acordo com Ronildo, o homem admitiu participação no crime e indicou quem seriam os outros envolvidos.
“Ele confessou que participou e indicou quem eram os demais”, afirmou.
A partir dessas informações, policiais militares e civis atuaram em conjunto para localizar os suspeitos relacionados à invasão da casa de Adriano Galdino.
Ainda conforme a avaliação apresentada pelo comandante, o ataque não teria sido motivado pela atuação política do deputado. A hipótese é de que os criminosos acreditavam que havia dinheiro guardado na residência.
“Não teve um cunho político, mas sim acreditavam que existia dinheiro com esses políticos em suas residências”, disse Ronildo.
Durante a invasão, foram levados celulares, joias, dinheiro e outros objetos pessoais.
da Redação




