
O desenho das alianças para a disputa eleitoral de outubro projeta vários cenários de acomodação de forças aliadas em várias regiões do país, incluindo a Paraíba, Pernambuco e o Maranhão. O desenho com mais de uma postulação associada ao projeto nacional foi detalhado pelo ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, que deve integrar o comando da campanha do presidente Lula (PT) à reeleição.
A estratégia de descentralizar o apoio direto em palanques paralelos visa, segundo a articulação do governo, ampliar o arco de alianças locais e criar condições mais favoráveis para a consolidação de apoio regional, focando no fortalecimento de bases que possam garantir a sustentação política em um eventual novo mandato.
A reconfiguração na condução da política de parcerias com as siglas partidárias surge após uma avaliação interna sobre as falhas enfrentadas no atual mandato presidencial.
Nesta segunda-feira (8), Dias avaliou que a ausência de uma maioria sólida e articulada tanto no Senado Federal quanto na Câmara dos Deputados acabou sendo um dos principais gargalos da gestão. Para o ministro, o distanciamento e a falta de uma atenção mais cuidadosa no tratamento dispensado aos partidos aliados dificultaram a tramitação de projetos importantes no Congresso, erro que a coordenação da futura campanha pretende corrigir exigindo um posicionamento definitivo das legendas e lideranças que desejam caminhar com o projeto governista.
da Redação
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