Rui Leitão

Jornalista, escritor, membro da Academia Paraibana de Letras (APL) e Diretor de Rádio e TV da Rádio Tabajara.

Instagram: @cezar1937

O Brasil Real contra as profecias do caos

Os profetas do caos imaginam que não usamos a razão e o bom senso para avaliar o conteúdo de suas previsões apocalípticas. São pessoas adoecidas psicologicamente, que vivem torcendo pelo pior. Essas suposições catastróficas se colocam como um recurso de persuasão de mão única: falas ilusionistas que tentam se aproveitar da boa-fé de indivíduos incapazes de analisar fatos e situações. Manifestam sempre um pessimismo visionário, como quem torce contra um time de futebol que ganha todas as competições.

Afinal, a quem interessam essas profecias do caos? Aos próprios disseminadores dessas previsões terríveis. Eles se esmeram em participar do jogo do “quanto pior, melhor”, na imaginária luta do bem contra o mal, procurando alcançar mentes fragilizadas, muitas vezes capturadas por agentes perversos da política. Crises anunciadas e colapsos econômicos são utilizados como formas de disseminar o medo e, assim, ganhar credibilidade no que propalam. Apresentam-se como representantes políticos com o propósito de promover o pânico social, produzir paralisia decisória e aprisionar convicções de que nada vai dar certo.

O Brasil contemporâneo, no entanto, tem uma liderança política que vem contrariando as previsões desses profetas do caos: o presidente Lula.
Atuando na cena política há mais de três décadas, hoje uma personalidade respeitada no mundo inteiro, ele, nas três oportunidades em que esteve à frente do Poder Executivo brasileiro, demonstrou competência para transformar ondas de pessimismo em resultados de uma política econômica exitosa, promovendo crescimento econômico acima das previsões do mercado. Milhões de brasileiros que viviam à margem da sociedade, na pobreza extrema, conquistaram inclusão social. Houve queda nas taxas de desemprego, da fome e do índice de desigualdade social. A inflação — principal dor de cabeça do governo em 2024 — também recuou, além da adoção de uma política externa ativa voltada ao reposicionamento do Brasil no cenário internacional.

Portanto, as previsões econômicas e políticas negativas de seus críticos não se concretizaram. Estamos, assim, diante de uma necessidade histórica: fazer com que o ano de 2026 represente a continuidade das derrotas daqueles que insistem nas profecias do caos. A verdade e a democracia haverão de prevalecer.

* Os textos e vídeos dos colunistas não refletem, necessariamente, a opinião do Portal Paraíba Dia a Dia.

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