
O Ministério Público da Paraíba (MPPB) ajuizou uma nova ação, desta vez por improbidade administrativa, contra o delegado Braz Morroni e os policiais civis Eduardo do Egito, conhecido como Mão Branca, e Everton Aires, o Bomba. Os agentes são investigados na Operação Perfidus.
Com base em provas produzidas durante a investigação criminal, o órgão pediu o afastamento dos policiais, o bloqueio de até R$ 1,67 milhão em bens e a aplicação das sanções previstas na Lei de Improbidade Administrativa.
A petição foi assinada pelo 37º Promotor de Justiça, Antônio Barroso Pontes Neto. No documento, o MPPB alegou a prática de atos dolosos de improbidade administrativa que teriam resultado em enriquecimento ilícito e violação dos deveres de sigilo relacionados ao serviço policial.
“A presente demanda tem por escopo a responsabilização civil dos agentes públicos requeridos pela prática de atos dolosos de improbidade administrativa que culminaram em enriquecimento ilícito e flagrante violação aos deveres de sigilo inerentes ao serviço policial, mediante o uso espúrio do aparato de segurança pública do Estado da Paraíba”, afirmou o promotor.
O Ministério Público também requereu o afastamento imediato dos agentes das funções públicas e a indisponibilidade de bens, conforme previsto na legislação.
da Redação