
O ano de 2026 marca a entrada de diversas obras no domínio público, o que permite a reprodução, adaptação e distribuição sem restrições de direitos autorais. A lista inclui desde clássicos da literatura e da música até personagens icônicos do cinema e da animação.
Entre os destaques estão livros de Agatha Christie, personagens como Betty Boop e Pluto, além do legado artístico de Carmen Miranda e das publicações científicas de Albert Einstein. A liberação ocorre porque os direitos autorais expiram após um período determinado por lei, contado a partir da morte do autor ou da primeira publicação da obra.
Confira algumas das obras que passam a integrar o domínio público em 2026:
Assassinato na Casa do Pastor, de Agatha Christie
O romance é o primeiro a apresentar Miss Marple, uma das personagens mais conhecidas da escritora britânica. Outras obras da autora também entram em domínio público, como O Misterioso Sr. Quin e O Pão do Gigante, este último assinado sob o pseudônimo Mary Westmacott.

• Betty Boop
A personagem surgiu em 1930, no desenho Dizzy Dishes, criado por Dave Fleischer. Com seu estilo marcante, Betty Boop se tornou um dos maiores ícones da animação no século XX.

Pluto
As primeiras aparições do personagem entram em domínio público em 2026. Pluto estreou no curta The Chain Gang, ainda sem nome, e voltou a aparecer como “Rover” em The Picnic.

A canção “Dream a Little Dream of Me”
Registrada em 1930 e gravada pela primeira vez em 1931, a música ganhou centenas de versões ao longo das décadas. O maior sucesso veio em 1968, na voz de Cass Elliot, do grupo The Mamas & the Papas.
Carmen Miranda
Cantora, atriz e dançarina luso-brasileira, Carmen Miranda foi pioneira no rádio brasileiro e teve a voz eternizada em canções como “O que é que a baiana tem?”, “Mamãe Eu Quero”, “South American Way” e “Tico-Tico no Fubá”.

Publicações de Albert Einstein
As obras do físico responsável pela teoria da relatividade também passam ao domínio público em 2026. Einstein morreu em abril de 1955, e seus trabalhos seguem influenciando a ciência até hoje.

Com a entrada dessas obras em domínio público, editoras, artistas, produtores e pesquisadores passam a ter mais liberdade para revisitar, reinterpretar e difundir conteúdos que marcaram a história cultural e científica mundial.
da Redação