
Três moradores de diferentes regiões do território paraibano constam oficialmente como chefes do Poder Executivo federal em seus registros trabalhistas. Os dados constam nos históricos profissionais do guia turístico Orlando Pacheco, em Sousa; da servidora pública Caroline Alcântara, em Pilar; e do historiador Gerson Paulino, em Areia. A situação inusitada decorre de falhas operacionais e inconsistências na inserção de códigos nos sistemas de Recursos Humanos de órgãos públicos municipais e na base de dados da Previdência Social.
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) emitiu um parecer técnico esclarecendo que os equívocos estão atrelados ao preenchimento incorreto do código da Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) no momento em que as prefeituras alimentam as folhas de pagamento digitais. O órgão federal orientou que os cidadãos que identificarem distorções semelhantes em suas carteiras de trabalho digitais entrem em contato com a central de atendimento pelo telefone 135 ou façam a solicitação formal de correção por meio do portal oficial do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) na internet.
O caso com maior número de inconsistências foi identificado no Sertão, onde Orlando Pacheco descobriu que, além do cargo máximo da nação inserido em 2006, ele aparece registrado como agente da Polícia Federal e fiscal de proteção aeroportuária na Prefeitura de Sousa, embora nunca tenha assumido tais funções.
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No Agreste, Caroline Alcântara encara o registro datado de 2008 com bom humor e nunca solicitou a retificação do documento.
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Já no Brejo, o atual secretário de Cultura de Areia, Gerson Paulino, notou o cargo atrelado ao seu nome em 2021 e expressou conformidade com o erro por considerá-lo uma falha burocrática comum nos sistemas previdenciários.
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da Redação
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