
A edição de 2026 do Campeonato Paraibano chegou ao fim com números expressivos dentro e fora de campo. O título do Botafogo (PB) sobre o Sousa, definido no último sábado (21), coroou uma competição marcada por equilíbrio, destaque ofensivo compartilhado e presença recorde de torcedores.
Pela primeira vez nos últimos anos, o estadual teve três artilheiros. Everton Heleno do Campinense, Pingo do Nacional de Patos, e Silvano do Treze, dividiram a liderança com cinco gols cada. O cenário difere das temporadas anteriores, quando Diego Ceará foi o principal goleador, com seis gols em 2024 e 2025. Em 2026, atuando pelo Serra Branca, o atacante balançou as redes apenas uma vez.

Entre os destaques, Everton Heleno teve papel decisivo na campanha do Campinense, com gols importantes, incluindo três contra o Botafogo (PB) e participações diretas em confrontos decisivos. Silvano também brilhou com atuações consistentes, marcando em jogos relevantes e registrando um hat-trick diante do Esporte de Patos. Já Pingo foi peça fundamental no início da campanha do Nacional de Patos, marcando contra diferentes adversários ao longo da competição.
Fora das quatro linhas, o campeonato também registrou números históricos. A final no Almeidão reuniu 21.537 torcedores e gerou renda de R$ 734 mil, configurando o maior público do estádio neste século. O recorde anterior era da final da Série D de 2013, com pouco mais de 20 mil presentes.
Nos últimos anos, o maior público em finais do estadual havia sido registrado em 2025, também no Almeidão, com mais de 17 mil torcedores no duelo entre Botafogo (PB) e Sousa.
Apesar do novo recorde recente, o maior público da história do Almeidão segue sendo o da final do Campeonato Paraibano de 1998, quando 44.268 torcedores acompanharam a vitória do Botafogo (PB) sobre o Campinense.
da Redação