Policial

Moradores de comunidade de João Pessoa voltam a bloquear via contra assassinato de jovem

Moradores da comunidade Paulo Afonso, no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa, voltaram, na manhã desta terça-feira (3), a realizar um protesto contra a morte de Felipe Manoel dos Santos, de 18 anos, que foi executado na tarde dessa segunda-feira (2). A chamada Rua da Mata foi bloqueada e moradores colocaram fogo em entulhos, impedindo o trânsito de veículos e pedestres.

Felipe trabalhava como reciclador e acabou raptado, levado para Cruz das Armas e morto por criminosos. A família diz que o homem não tinha envolvimento com a criminalidade e que era trabalhador.

De acordo com testemunhas, ele teria sido morto apenas por ser morador de um bairro dominado por um grupo rival ao daquele que cometeu o crime.

“Estou pedindo justiça pela morte do meu irmão, porque meu ele era um cara trabalhador. Eu quero justiça. Meu irmão não era vagabundo. Fizeram uma covardia. Que não seja mais um crime que fique impune”, desabafou uma mulher que participava do protesto e se identificava como irmã da vítima.

A Rua da Mata foi bloqueada ainda na tarde dessa segunda-feira (2), pouco tempo depois do corpo ser encontrado. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados e a mobilização desfeita.

Já nas primeiras horas da manhã desta terça-feira, no entanto, os moradores da comunidade retornaram ao local e fecharam novamente a rua, com mais entulhos e fogo. Policiais e bombeiros foram acionados de novo e, de acordo com a Superintendência Executiva de Mobliberada.

com G1 PB

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Moradores de comunidade de João Pessoa voltam a bloquear via contra assassinato de jovem

Moradores da comunidade Paulo Afonso, no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa, voltaram, na manhã desta terça-feira (3), a realizar um protesto contra a morte de Felipe Manoel dos Santos, de 18 anos, que foi executado na tarde dessa segunda-feira (2). A chamada Rua da Mata foi bloqueada e moradores colocaram fogo em entulhos, impedindo o trânsito de veículos e pedestres.

Felipe trabalhava como reciclador e acabou raptado, levado para Cruz das Armas e morto por criminosos. A família diz que o homem não tinha envolvimento com a criminalidade e que era trabalhador.

De acordo com testemunhas, ele teria sido morto apenas por ser morador de um bairro dominado por um grupo rival ao daquele que cometeu o crime.

“Estou pedindo justiça pela morte do meu irmão, porque meu ele era um cara trabalhador. Eu quero justiça. Meu irmão não era vagabundo. Fizeram uma covardia. Que não seja mais um crime que fique impune”, desabafou uma mulher que participava do protesto e se identificava como irmã da vítima.

A Rua da Mata foi bloqueada ainda na tarde dessa segunda-feira (2), pouco tempo depois do corpo ser encontrado. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram acionados e a mobilização desfeita.

Já nas primeiras horas da manhã desta terça-feira, no entanto, os moradores da comunidade retornaram ao local e fecharam novamente a rua, com mais entulhos e fogo. Policiais e bombeiros foram acionados de novo e, de acordo com a Superintendência Executiva de Mobliberada.

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