
O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, afirmou nesta quarta-feira (30), em João Pessoa, que o uso do voto como prova de vida pode facilitar o cumprimento da obrigação anual por beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Durante uma visita a uma agência do INSS, Wolney explicou que a Previdência deverá cruzar os dados eleitorais para identificar quem compareceu às urnas. Para esses beneficiários, a prova de vida será considerada válida pelo período de um ano.
“É uma coisa importante porque pode juntar o útil ao agradável. A gente pode fortalecer a democracia, contribuir com seu voto e automaticamente já está quite com a Previdência Social”, afirmou.
“O cidadão que for votar, ele já tem automaticamente a prova de vida contabilizada para o exercício de um ano”, explicou o ministro.
Wolney também esclareceu que o beneficiário que não votar poderá utilizar outras formas de comprovação já aceitas pelo INSS. Entre elas estão a vacinação, o uso da biometria em procedimentos como a contratação de empréstimo consignado e o comparecimento a uma agência para realizar o cadastro biométrico.
Caso não utilize nenhuma dessas alternativas, o segurado poderá ser notificado e convocado a comparecer a uma unidade do INSS para comprovar que está vivo.
Para o ministro, a medida reduz a necessidade de deslocamentos exclusivos. “Comparecendo para votar, a pessoa não precisa fazer um deslocamento exclusivo para fazer a prova de vida”, disse.
De acordo com Wolney, o beneficiário poderá participar das eleições e, no mesmo deslocamento, ter a prova de vida registrada perante a Previdência Social.
da Redação




