Polícia aponta latrocínio na morte de Glicério Feitosa e identifica grupo suspeito de roubar peças de ouro

A Polícia Civil informou nesta quarta-feira (28) que o empresário Glicério Feitosa foi vítima de um latrocínio — roubo seguido de morte — cometido por um grupo suspeito de abordar pessoas que utilizavam objetos de ouro, prata ou relógios de alto valor. Suspeitos de participação na quadrilha foram presos.
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Em entrevista à TV Correio, o delegado André Rabelo explicou que o grupo atuava de forma organizada. Integrantes monitoravam possíveis vítimas nas ruas e compartilhavam informações em um grupo de WhatsApp. Depois, outros membros eram acionados para fazer as abordagens e executar os roubos.
Segundo o delegado, Glicério foi baleado porque reagiu à ação criminosa. “Se tratou de um latrocínio. A gente sabe de onde partiu, como partiu, quem fez o levantamento e os executores”, afirmou.
André Rabelo disse ainda que dois integrantes da quadrilha teriam participado diretamente da abordagem ao empresário. “Nesse grupo, além da participação dos dois executores que saíram para roubar o empresário, e com a reação eles atiraram, a gente percebeu que esse grupo roubava várias vítimas, que mostravam ouro, prata ou relógios valiosos. Não há dúvida quanto à prática do latrocínio e qual a participação de cada um dos envolvidos nesse caso”, declarou.
Sobre a influenciadora presa durante a investigação, o delegado informou que ela manteve um relacionamento com um dos suspeitos. Conforme a Polícia Civil, o homem teria utilizado um carro pertencente a ela no dia do crime. O veículo é usado pela influenciadora, mas está registrado em nome do pai dela.
A influenciadora permanece presa preventivamente. De acordo com a polícia, foi identificada uma movimentação financeira em uma conta bancária dela considerada incompatível com os valores declarados à Receita Federal.




