
A Vigilância Sanitária de Campina Grande fechou uma fábrica de picolés e sorvetes que funcionava de forma clandestina e sem condições básicas de higiene. A inspeção ocorreu nessa terça-feira (19) no bairro do Cruzeiro, após denúncias sobre as condições do local. Os agentes constataram que o estabelecimento operava sem licença sanitária e sem qualquer autorização legal para fabricar ou comercializar os alimentos.
A fiscalização detalhou problemas estruturais graves no imóvel, incluindo paredes com mofo, teias de aranha espalhadas, acúmulo de lixo perto dos insumos e falta de ventilação. Além do risco de contaminação dos produtos, a equipe técnica apontou que o local não fornecia equipamentos de segurança para os trabalhadores. Diante do cenário de risco à saúde pública, os fiscais lacraram o maquinário de produção e interromperam totalmente as atividades do local.
O proprietário da fábrica já tinha recebido notificações anteriores da Agência de Vigilância Sanitária para regularizar a situação da empresa, mas ignorou os prazos. Com a interdição aplicada nesta terça-feira, o responsável terá o prazo legal de dez dias para formalizar sua defesa junto aos órgãos de controle, ficando sujeito ao pagamento de multas e ao fechamento definitivo do espaço caso não cumpra as exigências de saneamento.
da Redação
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