
A Paraíba realizou uma das mais inovadoras ações de fiscalização voltadas à proteção do consumidor durante grandes eventos. A Operação São João Livre de Metanol, coordenada pelo PROCON-PB em parceria com a Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e os Procons municipais, utilizou tecnologias desenvolvidas por pesquisadores paraibanos para monitorar a qualidade de bebidas alcoólicas comercializadas nos festejos de Campina Grande, Patos e Bananeiras.
A iniciativa inédita uniu fiscalização, ciência e inovação para prevenir riscos à saúde da população e consolidou um novo modelo de atuação preventiva na defesa do consumidor. Equipes técnicas do PROCON-PB e da UEPB estão realizando a coleta e a análise de bebidas alcoólicas comercializadas nos polos de festa com o objetivo de identificar a possível presença de metanol, substância altamente tóxica que pode causar intoxicação grave, perda da visão e até a morte quando presente em níveis inadequados.
A iniciativa inédita uniu fiscalização, ciência e inovação para prevenir riscos à saúde da população e consolidou um novo modelo de atuação preventiva na defesa do consumidor.
Equipes técnicas do PROCON-PB e da UEPB estão realizando a coleta e a análise de bebidas alcoólicas comercializadas nos polos de festa com o objetivo de identificar a possível presença de metanol, substância altamente tóxica que pode causar intoxicação grave, perda da visão e até a morte quando presente em níveis inadequados.
Além de fortalecer a fiscalização, a iniciativa teve caráter preventivo, promovendo maior segurança para consumidores, comerciantes e turistas, estimulando boas práticas no mercado e ampliando a confiança de quem participou das festas juninas.
Um dos coordenadores da pesquisa, o professor Railson Oliveira, do Departamento de Química da UEPB, destacou que a operação levou para as ruas tecnologias desenvolvidas dentro da universidade, ampliando a capacidade de fiscalização em tempo real.
tempo real. “Uma delas é o teste por infravermelho, capaz de realizar análises rápidas sem a necessidade de abrir ou violar as amostras. A outra é o teste colorimétrico, que permite identificar a presença de metanol em menos de 15 minutos. Os agentes do Procon utilizam kits desenvolvidos pela nossa equipe e, por meio da reação de três reagentes, conseguem verificar rapidamente se a bebida está contaminada ou não”, explicou.
Secom PB