Notícias da Paraíba

Organização Social deixa gestão de UPA em Bayeux e cobra pagamentos à Prefeitura

O Instituto Nacional de Gestão de Saúde (INGDS) divulgou nessa quarta-feira (27) nota oficial denunciando os transtornos que enfrenta em Bayeux, município da Grande João Pessoa. A organização sem fins lucrativos alegou falta de pagamento por parte da Prefeitura e explicou que se retirou da gestão da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) para “evitar confrontos desnecessários”.

A OS havia sido anunciada na gestão da UPA em dezembro do ano passado, com promessas de reformas, mudanças estruturais no local e novos aparelhos e materiais para o dia a dia. Esses investimentos ocorreram, mas, de acordo com O INGDS, apenas 74% dos valores que foram investidos entre dezembro e janeiro retornaram à organização. Nos meses seguintes, nenhum repasse ocorreu por parte da Prefeitura.

Desde então, como aponta a nota oficial, o Instituto buscou junto à Prefeitura de Bayeux o pagamento, para que pudesse ser redirecionado aos funcionários, fornecedores e prestadores de serviço. A gestora da UPA de Bayeux afirma que tem como prioridade repassar os dinheiros público e não tem a intenção de adquirir valores em seus contratos.

“Evidenciamos aqui que, como organização social, somos MEROS GESTORES E REPASSADORES do dinheiro público, neste caso, do município de Bayeux. O INGDS não aporta valores em contratos, pela própria denominação de seu objeto que é apenas gerir a saúde de forma mais eficiente, buscando uma prestação mais célere e menos onerosa”, escreveu em nota.

“PEDIMOS DESCULPAS a todas as pessoas que se sentiram prejudicadas por nossa gestão, entretanto, cumpre-nos deixar absolutamente claro e cristalino que o MUNICÍPIO DE BAYEUX não cumpriu o contrato celebrado, em ato de absoluta Improbidade Administrativa”, concluiu.

Medidas judiciais
De acordo com o Instituto, devido aos problemas enfrentados, a Prefeitura de Bayeux vai ser processada, tanto na esfera cível quanto na criminal. A intenção da organização é fazer com que a gestão da cidade repasse os valores investidos, para que o Instituto pague funcionários, fornecedores e prestadores de serviço.

com MaisPB

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