Missas especiais e procissões homenageiam Santo Antônio em todas as paróquias da Arquidiocese

As celebrações em homenagem a Santo Antônio movimentam o calendário religioso em todo o território paraibano ao longo deste sábado (13). Reconhecido como um dos santos mais populares do catolicismo e uma das figuras centrais do ciclo de festas juninas no Brasil, o padroeiro será lembrado com programações litúrgicas especiais que reúnem milhares de fiéis em momentos de oração, trezenas e tradicionais atos de devoção popular.

A Arquidiocese da Paraíba mobilizou suas 101 paróquias para realizar atividades votivas, mesmo naquelas comunidades que não possuem o franciscano como padroeiro oficial. O cronograma do dia inclui a distribuição do tradicional pão de Santo Antônio, caminhadas de fé e missas solenes, com atenção especial para as seis paróquias que carregam o nome do santo e concentram os maiores festejos.

  • Paróquia Santo Antônio do Menino Deus – Jardim Cidade Universitária
    A programação tem início às 17h, com procissão saindo da paróquia. Em seguida, será celebrada missa presidida por Dom Alcivan Tadeus, bispo auxiliar da Arquidiocese da Paraíba.
  • Paróquia Santo Antônio de Lisboa – Tambaú
    Às 17h ocorre a missa com trezena de Santo Antônio. A procissão está prevista para as 18h30.
  • Paróquia Santo Antônio de Pádua – Geisel
    A trezena será realizada às 16h. Logo após, às 16h30, acontece procissão solene, seguida de missa.
  • Paróquia Santo Antônio – Marcos Moura (Santa Rita)
    A procissão está marcada para as 18h, seguida de missa. O encerramento da festa na comunidade está previsto para o dia 14 de junho
  • Paróquia Santo Antônio de Pádua – Mata Redonda (Alhandra)
    A programação começa às 16h com procissão saindo da comunidade Santo Antônio em direção à matriz. Às 18h será celebrada missa de encerramento.
  • Paróquia Santo Antônio – Itatuba
    As atividades começam às 5h com alvorada. Às 16h ocorre missa e, às 17h20, procissão.

Nascido em Lisboa no ano de 1195, o religioso ingressou na Ordem Franciscana e se destacou historicamente por sua capacidade de pregação e pela atuação direta no auxílio e defesa das populações mais vulneráveis. Após sua morte em Pádua, no ano de 1231, sua rápida canonização consolidou uma devoção que cruzou oceanos e permanece como um dos pilares da cultura e da identidade religiosa do Nordeste.

da Redação

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