
O atacante paraibano Matheus Cunha adotou uma postura pragmática ao analisar o futuro da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. Indagado sobre o favoritismo e os próximos passos do país no torneio após o empate em 1×1 no último sábado (13) com o Marrocos, no MetLife Stadium, o camisa 9 evitou fazer previsões cravadas, mas reforçou o compromisso do elenco com o título mundial.
“Bem, não sou vidente, não trabalho com isso. Vamos fazer o nosso melhor para sermos campeões”, disparou o jogador em entrevista na zona mista. O atleta iniciou o confronto no banco de reservas e foi acionado pelo técnico Carlo Ancelotti aos 15 minutos do segundo tempo na vaga de Lucas Paquetá, tendo uma atuação discreta no setor ofensivo.
A partida de estreia em Nova Jersey expôs dificuldades coletivas da equipe canarinha, que saiu atrás no marcador com um gol do marroquino Saibari no primeiro tempo. O empate veio antes do intervalo com Vinícius Júnior, escolhido o melhor jogador em campo. O lateral-esquerdo Douglas Santos, outro paraibano convocado para o Mundial, atuou durante os 90 minutos de forma regular na linha defensiva.
Com o resultado, o Brasil ocupa temporariamente a terceira colocação do Grupo C, somando um ponto ganho. A delegação canarinha foca agora a preparação para o duelo contra o Haiti, agendado para esta sexta-feira (19), às 21h30, na Filadélfia, onde a Seleção buscará sua primeira vitória na competição internacional.
da Redação