
A defesa do padre Egídio de Carvalho, suspeito de desviar recursos do Hospital Padre Zé, afirmou que vai recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que o religioso responda o processo em liberdade.
O habeas corpus também foi levado ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) mas teve o pedido negado.
A prisão do padre foi decretada em 16 de novembro, a pedido do Ministério Público, que o investiga por, supostamente, ter se apropriado de bens públicos para seu uso particular, acumulando um patrimônio expressivo e desproporcional à sua condição de presidente do Hospital Padre Zé, em João Pessoa. Na ocasião, também foram presas a administradora e a tesoureira da instituição.
Para a defesa do religioso, não existem motivos para a prisão preventiva ser executada e seria uma forma de antecipação de pena.
“Trata-se de uma pessoa que não tem antecedentes, que tem domicílio, que tem profissão e está apto a responder com todas as cautelares”, afirmou o advogado que faz parte da equipe de defesa, Rawlinson Ferraz.
“Confiamos plenamente em fazer valer os direitos do nosso cliente”, completou.
com Portal Correio