Política

Lídia Moura rebate Bruno Farias e defende ação do Ministério Público por preconceito

A pré-candidata a deputada federal Lídia Moura (PSB) criticou as declarações do secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho de João Pessoa, Bruno Farias, contra o ex-governador e pré-candidato ao Senado, João Azevêdo (PSB). A ex-secretária de Estado das Mulheres classificou o posicionamento como etarista, violento e desrespeitoso, e sugeriu que o Ministério Público seja acionado para apurar o caso.

Leia mais: Bruno Farias critica pré-candidatura de João ao Senado e reafirma alinhamento com Cícero

O protesto ocorreu após Bruno Farias declarar, na última terça-feira (26), durante entrevista à Rádio Arapuan FM, que tem “dificuldade de votar em uma pessoa que enxerga o Senado como um pijama de seda, uma pantufa e uma cadeira de papai”, em referência a João Azevêdo. Para Lídia Moura, a fala reflete preconceito com a idade do pré-candidato e tenta desqualificar a sua capacidade produtiva.

“Esse etarismo e atitude desrespeitosa do secretário são direcionados ao governador mais bem avaliado da história da Paraíba, com mais de 70% de aprovação, que está à frente de todas as pesquisas para contribuir com o Brasil no Senado Federal e, ainda assim, ele é afetado por essa violência absurda. Se o ex-vereador tem essa visão de um profissional altamente capacitado e de uma pessoa altamente produtiva em função de toda a sua história de vida, como governador e pré-candidato a senador, imagina o que ele pensa do cidadão simples, que ele acha que a vida termina nisso”, criticou Lídia.

A socialista defendeu que o Ministério Público intervenha para garantir a proteção aos direitos da pessoa idosa diante da gravidade da fala. “O Ministério Público é o órgão responsável pelos direitos difusos e coletivos, incluindo as garantias das pessoas idosas, e deve ser acionado diante da gravidade do que foi dito. A tentativa dessa pessoa nada mais é do que reduzir o pré-candidato ao Senado a uma condição de inferioridade frente aos outros pré-candidatos. Eu espero que o Ministério Público possa tomar as providências cabíveis para a garantia dos direitos das pessoas idosas”, concluiu.

da Redação

Artigos relacionados

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo