Justiça concede liberdade a suspeito de atropelar e matar criança no Agreste

O homem de 63 anos investigado por atropelar e provocar a morte de uma criança de 10 anos na rodovia PB-148, entre os municípios de Queimadas e Caturité, no Agreste da Paraíba, foi colocado em liberdade por decisão judicial. O acidente aconteceu no último fim de semana e segue sob investigação da Polícia Civil.
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A vítima foi identificada como Luís Felipe da Silva. O menino atravessava a rodovia acompanhado da mãe quando foi atingido por uma motocicleta. Informações repassadas às autoridades apontam que o condutor apresentava sinais de embriaguez no momento do acidente.
Inicialmente, o caso chegou a ser tratado como possível fuga do local, já que o suspeito não foi localizado logo após a ocorrência. Posteriormente, foi constatado que ele havia sido socorrido e encaminhado ao Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande.
Depois de receber alta médica, o homem não se apresentou às autoridades e passou a ser considerado foragido. A Polícia Civil realizou diligências para localizá-lo e solicitou à Justiça a conversão do flagrante em prisão preventiva.
Apesar do pedido, a 4ª Vara Regional de Garantias de Campina Grande decidiu conceder liberdade ao investigado, entendendo que poderiam ser aplicadas medidas cautelares diferentes da prisão.
Além da morte da criança, o acidente deixou outras vítimas. A mãe do menino, uma mulher de 39 anos, também foi atingida e permanece internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva do Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, entubada e sob cuidados intensivos.
Outro filho da mulher, de 3 anos, também ficou ferido no atropelamento. Ele foi socorrido para o hospital de Queimadas, mas não houve atualização oficial sobre o estado de saúde.
O delegado responsável pela investigação informou que a Polícia Civil reuniu os elementos do caso e representou pela prisão preventiva do suspeito. Segundo ele, o pedido chegou a ser acatado inicialmente, mas posteriormente houve decisão judicial determinando a soltura.
O inquérito segue em andamento e o homem deverá responder ao processo em liberdade enquanto a Justiça analisa o caso.
da Redação




