
Uma nova pesquisa aponta que, apesar de a polarização ser uma realidade da política brasileira, ela não é maioria. O levantamento, feito pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, foi apresentada pela colunista da BandNews FM, Mônica Bergamo. O estudo aponta que 69% da população brasileira está fora da polarização, quando se ama a um candidato e se odeia ao opositor.
Mônica explica que a pesquisa eleitoral costuma se concentrar na identidade do grupo, para entender se o eleitor é petista ou bolsonarista, por exemplo. No entanto, o trabalho da Fundação olha para a relação emocional que o eleitor tem com o campo político, se ele demonstra entusiasmo, esperança, orgulho, raiva, entre outras emoções.
O estudo aponta também que o eleitorado brasileiro é mais orientado pela rejeição do que pela preferência. O número de eleitores que rejeitam um campo sem aderir ao outro mais do que triplicou entre os anos de 2006 e 2006. Já os eleitores indiferentes à disputa tiveram alta, de 12% para 19%.
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