
A Meta decidiu remover sete contas e identificá-las como irregulares após a ação da Coligação Brasil Pronto pra Mais da campanha do presidente e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), nesta terça-feira (13). A manifestação foi apresentada junto ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
No documento encaminhado ao ministro Marco Aurélio Bellizze, a Meta reconheceu três ocorrências questionadas pela coligação. A desativação indevida da conta de anúncios da campanha de Lula, no dia 23 de setembro; uma falha técnica na contagem de visualizações dos Reels do Instagram, em 7 de outubro; e a permanência de sete contas que violavam as regras da plataforma, posteriormente removidas durante a apuração provocada pelo processo.
A empresa informou que o bloqueio da conta de anúncios foi resultado de um erro em seus mecanismos de identificação de fraudes e que o acesso foi restabelecido depois de pouco mais de uma hora. Sobre as visualizações, alegou que o problema atingiu usuários de mais de cem países e não prejudicou a distribuição dos conteúdos.
A Meta analisou 35 perfis identificáveis no material citado na ação e informou ter desativado sete deles durante a investigação, seis por reincidência em violações e um por identidade enganosa. Outros quatro já estavam indisponíveis.
Meta diz que cumpre normas eleitorais
A Meta afirmou, em nota, que as alegações feitas mais cedo pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) são “simplesmente falsas e não encontram respaldo nos fatos”.
A campanha do petista acusou a empresa de tentativa de interferência no processo eleitoral e disse que irá acionar o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
com R7.com




