
O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) confirmou, nesta quarta-feira (3), a recondução do paraibano Vital do Rêgo à presidência da Corte para o exercício de 2026. A decisão, tomada por unanimidade, também renovou o mandato do ministro Jorge Oliveira como vice-presidente.
O processo foi relatado pelo ministro Benjamin Zymler e seguiu o critério de antiguidade, tradição mantida pelo TCU para a escolha da cúpula diretiva. Por se tratar de uma recondução, a posse ocorreu durante a própria sessão extraordinária. O mandato da Presidência é anual, com possibilidade de prorrogação por mais um ano — caso que agora se confirma para Vital.
Vital reforça compromisso com gestão no TCU
Em discurso após a votação, o ministro afirmou que a recondução amplia sua responsabilidade à frente do Tribunal e simboliza a confiança dos demais membros da Corte.
“Receber essa aprovação unânime nos dá uma responsabilidade ainda maior em cumprir as expectativas que os senhores depositaram em nós e que agora são renovadas”, declarou.
Vital do Rêgo também fez uma retrospectiva de sua trajetória pública. Antes de ingressar no TCU, em 2014, o paraibano enfrentou 15 eleições ao longo de 27 anos, ocupando cargos como vereador de Campina Grande, deputado estadual, deputado federal e senador pela Paraíba.
Ele destacou que, ao contrário da pressão típica do processo eleitoral, a avaliação feita pelo colegiado do TCU está baseada no trabalho desempenhado.
“Hoje, a sensação é outra. Ao lado do amigo Jorge Oliveira, fomos a julgamento — não os nossos nomes, mas nossa estratégia, nossa ação e nosso desempenho”, afirmou.
A recondução consolida o protagonismo de Vital do Rêgo na condução do TCU em um momento de debates intensos sobre fiscalização, transparência e controle de gastos públicos no país.
da Redação




