
O cantor João Lima, investigado por violência doméstica contra a esposa, a médica e influenciadora Raphaella Brilhante, teve a prisão preventiva decretada pela Justiça da Paraíba determinou, neste domingo (25). A decisão ocorre em meio à repercussão nacional do caso, após a circulação de vídeos que mostram episódios de agressão.
A ordem foi expedida pelo plantão do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) e assinada pelo juiz Bruno César Azevedo Isidro. No entendimento do magistrado, a prisão é necessária para evitar novos episódios de violência e garantir a tranquilidade da vítima.
Além da detenção, foram impostas medidas protetivas. João Lima está proibido de se aproximar da esposa, manter qualquer tipo de contato ou frequentar locais onde possa encontrá-la. A decisão estabelece uma distância mínima de 300 metros, incluindo restrições em espaços públicos como academias e centros comerciais.
De acordo com informações reunidas no processo, as investigações apontam que as agressões teriam ocorrido em janeiro, quando o cantor teria atacado fisicamente a vítima, tentado silenciá-la e feito ameaças graves. Em um dos episódios, segundo os autos, ele teria incentivado a mulher a tirar a própria vida.
A apuração também registra que, dias depois, o investigado voltou a procurar a vítima na casa de familiares, onde teria feito novas ameaças, condicionando a segurança dela à retomada do relacionamento.
O caso passou a ser investigado pela Polícia Civil após o registro de boletim de ocorrência na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, em João Pessoa. A defesa da vítima afirma que os episódios começaram ainda em 2025, durante a lua de mel do casal.
Após a repercussão, a médica e influenciadora Raphaella Brilhante confirmou publicamente as agressões em publicação nas redes sociais, relatando o impacto emocional provocado pela violência.
Procurada, a defesa de João Lima não se manifestou até a publicação desta reportagem.
da Redação




