
A advogada Maitê Rufo alertou que os trabalhadores não podem ser penalizados pela falta de transporte público. Motoristas do transporte coletivo entrarem em greve, nesta segunda-feira (27), e paralisaram as atividades.
De acordo com Maitê, a greve é algo imprevisível e motivo de força maior, provocando atrasos e falta de trabalhadores.
“A regra geral é que o salário é devido pelo trabalho efetivamente realizado e atrasos podem ocorrer. Só que existe a exceção, como no caso de hoje, essa greve dos ônibus. A gente entende como evento externo, imprevisível, considerado de força maior”, explicou.
A advogada também defendeu bom senso por parte dos empregadores.
Nesta segunda-feira, durante audiência no Tribunal Regional do Trabalho da 13ª Região (TRT-13), os motoristas de ônibus de João Pessoa recusaram a proposta de conciliação com o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de João Pessoa (Sintur-JP). A categoria pediu um aumento salarial de 15%, mas a proposta apresentada pelas empresas foi de 5%.
Uma nova audiência de conciliação entre motoristas e empresas foi marcada para esta quarta-feira (29), às 14h. Até lá, a greve continua.
com ClickPB




