
A vereadora Francineide Barbosa de Souza, conhecida como França (PT), registrou queixa e solicitou medida protetiva contra um servidor da Prefeitura de Bayeux. Segundo o relato, ela teria sido vítima de agressões físicas e verbais no último sábado (4), véspera do primeiro turno das eleições 2026, em frente à casa da mãe, no Jardim São Severino.
De acordo com a filha da parlamentar, Dayse de Sousa Pontes, Alisson Andrade permaneceu nas proximidades da residência durante a manhã do primeiro turno das eleições, fazendo provocações e insinuando que a família estaria envolvida na compra de votos.
“Existe uma tradição na minha família de nos reunirmos no dia da eleição. Então, tinha muitas pessoas em casa. E esse rapaz ficou filmando a movimentação como se estivéssemos fazendo algo errado. Até meu tio foi filmado e provocado por ele quando saiu de casa para votar”, afirmou Dayse.
Ainda conforme o relato, o episódio mais grave ocorreu à tarde, quando França e familiares colocaram cadeiras em frente ao imóvel. Um dos irmãos da vereadora teria começado a filmar Andrade com um celular por receio de novas provocações.
“Andrade partiu para cima do meu tio para tomar o celular, que caiu. Depois disso, ele agrediu minha mãe, puxando-a pelos cabelos e derrubou-a no chão. Ela não tinha feito nada com ele, estava sentada numa cadeira”, disse a filha da parlamentar.
A Polícia Militar, que fazia a segurança em uma escola próxima, foi acionada. Segundo a vítima, porém, Andrade deixou o local antes da chegada dos policiais.
Ao comparecer à delegacia para registrar a ocorrência, França encontrou o servidor, que também apresentava uma queixa contra ela por suposta homofobia.
Dayse afirmou que esse não teria sido o primeiro episódio de provocações contra a mãe. “Ele tem perseguido ela constantemente com agressões verbais, insinuações maldosas e comportamentos desagradáveis. A acusação que ele fez é um tipo de estratégia que ele adota para não ser punido pelo que faz”, declarou.
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da Redação




